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Uma ideia simples de executar e que eu acho super charmosa: prendedores de roupa decorados. Depois de colecionar algumas ideias no Pinterest, testei duas formas de decoração: com washi tape e com carimbos.

 

Estampas com washi tape

Para enfeitar com washi tape não tem segredo, é só colar a fita e aparar o que sobrar.

 

Carimbados

Eu achei lindos alguns prendedores que vi, com texto carimbado direto na madeira crua, mas quis testar tingir a madeira com tinta de carimbeira e gostei do resultado. No rosa e no azul usei Versa Magic, passando a esponja da carimbeira direto na madeira. No verde usei Distress Ink, aplicando com uma esponjinha de maquiagem.

A tinta secou rápido e não borrou. Gostei muito do efeito! Os textos e os desenhos foram carimbados com  Versa Magic.

Os mini-prendedores foram tingidos com as mesmas tintas dos grandes.

Além de enfeites para tags, cartões e embalagens, eles também podem ser usados para prender fotos ou recados, colando-se um ímã na parte de trás e deixando na porta da geladeira (ou quadro de ímã). 

Para quem quiser aprender a fazer a almofada para notebook, o passo-a-passo completo saiu na revista Viva! Mais, da Editora Abril, esta semana (edição 716).

 

 

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Craftblender é um novo site que eu criei em parceria com a minha amiga Selma Marchetti. Lá nós vamos falar não só de scrap, mas também de outros tipos de artesanato que amamos, além das miniaturas, uma paixão que temos em comum. Pretendemos compartilhar muitos novos trabalhos e  sempre que possível, tutoriais para aqueles que desejam aprender. Além dos trabalhos novos, publicaremos alguns antigos, aqueles que consideramos mais interessantes e úteis, como tutoriais e dicas já publicados em nossos blogs pessoais.

Como eu estava ocupada com a criação do site, acabei deixando um pouco de postar aqui, mas aos poucos vou colocando os trabalhos novos. E aproveito para convidar a todos que passam por aqui a conhecer o Craftblender!

www.craftblender.com

Abaixo estão alguns cartões que fiz como sugestão para o dia das mães, mas que servem para qualquer ocasião. Quem quiser ver mais fotos e algumas dicas de como fazer, dá uma passadinha aqui: Cartões para o dia das mães 

 

Já mencionei antes aqui o quanto admiro o trabalho e a forma de fazer scrapbook da Ali Edwards. Ano passado ela escreveu uma série de artigos semanais, chamados 52 Creative Lifts, com pequenos textos sobre criatividade. Eu gostei de todos, mas dois deles foram especialmente significativos para mim.

Com a autorização da Ali, traduzi estes dois artigos para publicar aqui. Hoje estou postando o primeiro deles: Subtração e a Caneta Vermelha, onde ela fala sobre subtrair coisas em vários aspectos de nossas vidas, ao invés de adicionar, para chegar àquilo que realmente importa, o essencial. Achei excelente e o li justamente em uma época em que estava tentando fazer isso na minha vida – descartando os trabalhos que me sobrecarregavam, diminuindo, simplificando e “limpando” meu espaço de trabalho e até os móveis da minha casa, até chegar ao que era realmente necessário e agradável para mim.

Ali destaca o quanto é importante e faz bem ter “espaço para respirar”, em vários sentidos. O artigo é do começo de 2012, mas perfeito para começar 2013 cultivando nossos espaços em branco.

Para quem quiser conhecer mais, alguns links para o trabalho da Ali:

Site: aliedwards.com 
Blog: 
aliedwards.com/blog
Todos os artigos da série: 52 Creative Lifts
Link para o texto original em inglês: Subtraction & the Red Pen

 *O texto abaixo é uma tradução do artigo Subtraction & the Red Pen escrito por Ali Edwards, que gentilmente autorizou a sua tradução e publicação no blog lucianamurta.com. Publicado originalmente em 13/01/2012.
 
SUBTRAÇÃO E A CANETA VERMELHA – Por Ali Edwards
 
 

Uma vez que começamos um novo ano, todos parecem querer adicionar algo às suas vidas.

Um novo projeto, uma nova lista, um novo objetivo, uma nova maneira de ver. Eu também  faço isso. Há tantas possibilidades e potencial inclusos na escolha de adicionar isso ou aquilo.

No entanto, na semana passada estive pensando no conceito de subtração.

E se ao invés de focar na adição de coisas, eu enfatizasse a subtração? O que isso significaria para os meus esforços criativos? Para a minha vida?

  • Eu pensei nisso enquanto fazia um layout de scrapbook, conscientemente perguntando-me o que eu poderia tirar dele sem perder o que eu mais queria dizer.
  • Eu pensei nisso enquanto limpava um armário de brinquedos e considerei não adicionar algo novo, mas conceder espaço para que alguns dos outros brinquedos ficassem à frente.
  • Eu pensei nisso enquanto visitava websites na semana passada, monitorando como eu me sentia enquanto visitava os sites (postiva, negativa, neutra) e pensando em outras coisas que poderia estar fazendo quando me pego navegando negligentemente. Às vezes me sinto esgotada com twitterfacebookblogsvidasfotospalavras e o barulho da Internet. Isso pode ser uma distração muito fácil. Quando me sinto assim, eu procuro dar um passo atrás e focar novamente naquilo que é mais significativo para mim no meu trabalho – contar histórias com fotos e palavras. Ultimamente quando eu começo a me sentir ansiosa ou competitiva ou simplesmente “argh”, eu tomo isso como um lembrete para desconectar, voltar à minha mesa de trabalho, imprimir minhas fotos, digitar histórias e fazer algo que seja significativo para mim e minha própria família.
  • Eu pensei nisso enquanto olhava pelas lentes da minha câmera, pensando em como eu posso mudar minha visão para captar a essência do que eu quero comunicar?
  • Eu pensei nisso quando me deparei com pensamentos negativos sobre mim mesma e outros, questionando como eu poderia conscientemente subtrair esses pensamentos negativos.
  • Eu pensei nisso enquanto dizia sim ou não a projetos e convites, refletindo sobre os prós e contras para o meu horário e carga de trabalho.
  • Eu pensei nisso enquanto trabalhava nesta newsletter, perguntando-me o que poderia deixar de fora e ainda comunicar o que eu gostaria de dizer.

Subtração é realmente chegar ao centro da questão.

O que é o centro do que você faz, como uma pessoa criativa (scrapbooker, escritor, artista, fotógrafo, mãe, esposa, etc)? Como você pode pegar uma caneta vermelha metafórica (ou talvez real) e remover as coisas extras para chegar ao centro do seu próprio e pessoal “quem, o que, por que, quando, onde” etc.

(Eu acabei de deletar umas seis linhas de texto. Lembre-se que ninguém nunca lhe fala realmente sobre as coisas que foram subtraídas – nós apenas vemos o projeto pronto.)

Através do 52 Weeks esse ano, eu quero criar uma lista do que está dentro da minha própria caixa de ferramentas pessoal. Quais técnicas, suprimentos, métodos e padrões de pensamentos estão inclusos nesta caixa? Três razões para fazer isso: (1) simplesmente identificar o que realmente está lá (2) subtrair coisas que estejam lá mas que não precisam estar (pensamentos, métodos antiquados, coisas às quais estou me apegando mas que não estão me ajudando a avançar como uma pessoa criativa, etc) e (3) investigar coisas que eu possa querer adicionar. Iremos revisitar este tópico de vez em quando durante o ano, à medida que eu identifico o conteúdo.

O primeiro item na minha caixa de ferramentas é uma caneta vermelha.

Minha caneta vermelha é para subtrair – editar coisas que não importam de fato. Editar palavras, editar fotos, editar rotinas, editar suprimentos, editar possessões, editar pensamentos. Às vezes é fácil enxergar as coisas que deveriam ou poderiam ser subtraídas e às vezes é preciso um pouco mais de tempo e esforço para decidir o que remover. Às vezes eu uso literalmente uma caneta vermelha para riscar minhas palavras, em outras a caneta vermelha está apenas em minha mente ou coração, à medida que eu decido eliminar uma coisa ou outra.

Uma das coisas que eu mais amo em minha caneta vermelha é que, através do processo de riscar coisas, eu aprendo o que talvez não queira incluir de uma próxima vez.

“Criatividade não são só as coisas que nós escolhemos colocar, mas também as coisas que nós escolhemos deixar de fora.” Austin Kleon de “How to Steal Like an Artist (And 9 Other things Nobody Told Me)

Eu tendo a usar a subtração como uma forma de criar espaço para respirar em minha vida, espaço em branco em meus layouts, claridade em meus pensamentos e foco na minha fotografia.

Se subtrair é algo novo para você, considere começar aos poucos. Removendo apenas uma coisa (um elemento da sua página, uma palavra da sua frase, um item de vestuário do seu armário, um móvel, um brinquedo) e veja o que acontece. Como você se sente? Cada um terá um nível de conforto diferente com a caneta vermelha. Quando você ainda está começando a subtrair, remover uma coisa pode ser monumental na reestruturação do modo como você vê, sente e cria.

E se você retirasse coisas sem preencher aquele lindo e vazio espaço em branco? O que isso significaria para você e sua jornada criativa?

Subtrair nem sempre é retirar coisas para liberar espaço para mais. Às vezes é simplesmente para criar espaço. Espaço para respirar. Espaço para ouvir. Espaço para ver.

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O post de hoje não é sobre artesanato, é sobre gentilezas x indelicadezas. Normalmente eu ignoro comentários ofensivos ou bobos deixados aqui, que só visam atacar, até porque, felizmente, foram pouquíssimas as mensagens desse tipo que recebi nos meus anos de blog. Desde 2008 quando comecei o blog, foram uns 3 ou 4 no máximo. Mas me incomoda que algumas acusações mal-educadas e infundadas fiquem sem resposta, mesmo que quem deveria não venha a ler nunca. Por isso, de antemão peço desculpas a todas as pessoas que lerão isso, sem que absolutamente esse texto se dirija a elas ♥.

Outro dia uma pessoa que se identificou como Márcia deixou um comentário muito mal-educado no meu blog. Entre outras coisas, disse que não sabe para quê eu tenho blog se não vendo nada, não respondo nada, não sei nada, e mais alguma coisa que não me lembro. Que o meu blog é antipático e sem graça, não tem facebook nem seguidores e que com tanto blog simpático e solidário por aí, não sabe como eu ainda tenho alguma visita, que deve ser de gente como ela que “caiu de paraquedas” aqui sem querer e perdeu tempo. Disse ainda que “não anda engolindo mais nada” e falaria o que pensa, que não sabe para quê eu divulgo os trabalhos e que seria melhor eu tirar o blog da net pra evitar que as pessoas percam tempo e eu também, já que eu sou muito ocupada, e que se o objetivo é ser uma terapia, seria melhor um psicólogo.

Estou contando o que eu me lembro, pois acabei deletando a mensagem logo, já que gente negativa me faz muito mal. Não acho que essa pessoa mereça resposta ou explicação, porém, eu não admito falta de educação e grosseria por aqui. Eu não sou mal-educada com ninguém, não saio pelos blogs afora deixando comentários ofensivos naqueles que por acaso eu não goste e sou incapaz de tratar alguém com grosseria (salvo, é claro, no caso de ser agredida primeiro). Por isso não aceito nem tolero que uma pessoa que nem ao menos me conhece, pelo fato de não ter encontrado aqui sabe-se lá o que procurava, se ache no direito de me dizer desaforos e o que eu deveria ou não fazer com meu blog.

Em primeiro lugar, eu tenho um blog porque eu quero, para dividir meus trabalhos e ideias com pessoas que têm os mesmos interesses que eu, e não para suprir as expectativas de quem pesquisa alguma coisa na Internet. Como todas as pessoas, tenho muitas outras obrigações e compromissos na vida além do meu blog. No ano passado, quando estava na equipe criativa do SBB, o meu trabalho era dar dicas e fazer tutoriais de projetos, e eu fiz questão de postar aqui todos os trabalhos que preparei para eles, para que quem visita o blog mas não era membro do SBB pudesse acessar também. Agora estou em outra fase, com outras prioridades, portanto, no momento eu faço/posto/vendo/ ensino/mostro o que posso e tenho vontade. Ponto final.

Não sou responsável pela frustração de ninguém nem estou aqui para ouvir liçãozinha de gente à beira de um ataque de nervos. Eu não ando batendo nas portas tentando fazer alguém “engolir” o que quer que seja. Se caiu aqui, seja de “paraquedas” ou de que forma for, e não gostou, é só sair. Para isso existe o botão “back” do navegador. Eu já entrei em vários blogs que não me agradaram e nem por isso deixei comentário ofendendo o autor. Sem desculpas para falta de educação, por favor. E depois ainda vem me falar em simpatia.

Em segundo lugar, sim, eu vendo alguns dos meu trabalhos (o link da minha loja virtual está ao lado), sim, eu ensino vários projetos (há uma seção de passo-a-passos no menu de categorias), e sim, eu respondo as perguntas que me fazem. Apenas peço que me enviem as perguntas por email, pois nos comentários muitas vezes acaba passando sem resposta na hora de aprovar. Alguma ofensa nisso?

Quero deixar claro que não se trata de não aceitar críticas, pelo contrário, críticas construtivas e feitas com educação são muito bem-vindas. O que eu não aceito é falta de educação, de respeito, agressão gratuita. Não gosto de negatividade, raiva, ironia, ofensa, polêmica desnecessária, agressividade, deboche, etc. Nem sob a desculpa de ser “sincero”. Há uma diferença bem grande entre ser sincero e ser grosseiro, e o limite entre um e outro é determinado pela educação que recebemos (ou não recebemos). As pessoas se esquecem que as regras de educação da vida “real” deveriam valer também no mundo virtual. “Escondidas” na Internet sentem-se livres para descontar suas frustrações nos outros e ainda se orgulham disso. Me reservo o direito de não permitir esse tipo de mensagem no meu blog e, exceto em algum caso em que ache necessário responder (como esse), elas serão solenemente ignoradas e deletadas.

Por último, vou aproveitar o único ponto positivo desse comentário, que foi me lembrar sobre o Facebook, e explicar a quem gosta do meu trabalho e possa se interessar. Eu não coloco link do meu perfil no Facebook aqui por dois motivos: primeiro porque uso pouco, segundo por ser um perfil pessoal. Não acho que quem gosta de acompanhar meus trabalhos tenha interesse nas minhas postagens pessoais. Por isso, já estou vendo como criar uma página específica para o blog, para divulgar as atualizações no Face, e assim que fizer isso, coloco o link aqui.

Finalizo com uma frase que minha amiga Carla (a gentileza em pessoa) carregava na assinatura dela, para refletirmos:

“Be kinder than necessary,
for everyone you meet is fighting 
some kind of battle.” 
― T.H. Thompson and John Watson

A maneira que agimos e as coisas que falamos expressam aquilo que somos, por isso eu acho sempre melhor escolher o caminho da educação e da gentileza, que não me geram arrependimentos. A quem tem grosserias e indelicadezas para oferecer, que fiquem com elas, mas por favor, longe daqui.

Obrigada e me desculpo mais uma vez com os amigos queridos e leitores novos e antigos, principalmente se tiveram paciência de ler até aqui 😀  ♥

Beijos,

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Vou fazer algumas mudanças no blog, em breve ele será acessado somente através do endereço www.lucianamurta.com (atualmente ele pode ser acessado por ambos: lucianamurta.com ou lucianamurta.wordpress.com, porém este último deixará de existir).

A migração que vou fazer me dará muito mais liberdade para configurar o visual do blog, mas também exige mais conhecimento e manutenção. Consequentemente ele passará por uma fase de ajustes e é possível que alguma coisa fique “esquisita” até eu me adaptar com o novo formato e deixar tudo acertadinho. Ai que medo! Torçam para dar tudo certo 😀

Beijos e bom final de semana!

Luciana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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